Autor: Ana Oom
Título: O pequeno Polegar
Local de edição: Lisboa
Editora: Zero a Oito
Ano: 2010
Título: O pequeno Polegar
Local de edição: Lisboa
Editora: Zero a Oito
Ano: 2010
Junto a uma floresta vivia um lenhador com a sua mulher e os seus sete filhos. Eram uma família muito pobre. O filho mais novo era o mais esperto, mas, tão pequeno que todos lhe chamavam o Pequeno Polegar.
Certa manhã, o Pequeno Polegar ouviu o pai dizer à mãe que já não havia dinheiro para comprar comida e, por essa razão, tinham de abandonar os filhos na floresta.
Ao ouvir esta conversa, resolveu encher os bolsos com pedrinhas. Quando os pais o levaram com os irmãos para a floresta, marcou o caminho para conseguir voltar a casa. Ao perceberem que estavam sozinhos, o Pequeno Polegar tranquilizou os irmãos e levou-os de volta a casa. Ao vê-los chegar, os pais ficaram surpreendidos e quiseram saber como tinham encontrado o caminho de regresso a casa.
No entanto, os pais voltaram a conversar e decidiram levá-los, de novo, para a floresta, no dia seguinte e trancaram a porta, para o Pequeno Polegar não conseguir apanhar pedras. Este ouviu a conversa dos pais e encheu os bolsos com migalhas de pão. E no dia seguinte marcou o caminho, mas um passarinho comeu todas as migalhas, não sendo possível o Pequeno Polegar e os irmãos voltarem a casa.
Deambularam pela floresta até encontrarem uma casa. Era a casa do gigante e a senhora que abriu a porta mandou-os embora porque o gigante não gostava de crianças.
Mas o medo da floresta era maior do que o do gigante e pediram à senhora que os escondesse até de manhã, a qual teve pena e acedeu.
Bem cedo a senhora acordou-os e os sete irmãos pediram para levar as botas do gigante porque eram grandes, mágicas e encantadas e, como davam grandes saltos, rapidamente, chegaram à floresta.
Entusiasmados viajaram muito dentro daquelas botas e um dia encontraram o castelo de um Rei que há muito não sabia das suas tropas, mas como os irmãos deram-lhe notícias, ofereceu-lhes um saco com moedas de outo.
Com as botas e as moedas de novo voltaram a casa, pois agora já não iriam passar mais necessidades.








